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MÉTODOS DE AVALIAÇÃO

DEFINIÇÕES DOS MÉTODOS DE AVALIAÇÃO

Será realizado pela equipe técnica BioRhiza com o auxílio da equipe técnica da usina o acompanhamento e levantamento de dados, transformando todas as informações coletadas em relatórios específicos por talhão com tratamento BioRhiza e seus comparativos com o padrão da usina.

REGISTRO:

Os registros das marcações e medição de área serão realizados com o auxílio do App Field Area (Farmis):

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Onde iremos realizar as medições e delineando do perímetro de todas as áreas com o Tratamento BioRhiza e o comparativo padrão da usina, delimitando e identificando os talhões ou parcelas. As imagens abaixo mostram as telas do App Field Area (Farmis) que nos auxiliará  nas marcações e identificação dos talhões:

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ANÁLISE DE SOLO E MICROBIOLOGIA

Realizaremos as coletas de solo seguindo os procedimentos indicados pelos laboratórios que realizaram as análises. A mesma coleta e procedimento de coleta servira para as análises física, química e microbiológica.
A analise microbiológica será realizado em 10 talhões, escolhidos em pontos diferente, e fazendas diferentes seguindo e mesma relação de área, nas três amostragens que serão realizadas no mesmo ponto. Sendo elas no ponto zero, 180 dias após a aplicação e final (após a colheita).
As analise físico e químicas serão realizadas em todos os talhões chaves que caracterizam o solo da fazenda com os comparativos dos mesmos.

PROCEDIMENTO COLETA DE AMOSTRA DE SOLO

O procedimento de coleta, segui as orientações do laboratório:

Retirar solo de 15 a 20 lugares (subamostras). No local a ser amostrado, faça uma cova, de 20cm de profundidade, corte um dos lados da cova, de cima até embaixo, reservando esta porção, que é chamada de subamostra, coletar sempre o mesmo volume de solo por subamostra.

Todas as subamostras devem ser bem misturadas, separando-se somente o necessário para o envio ao laboratório. É colocado a identificação resumindo o máximo possível os dados a serem colocados. É importante lembrar que para fazer parte de uma amostra as subamostras devem ser de áreas homogêneas, que tenham a mesma fertilidade, mesma declividade e tenha o mesmo histórico anterior (em relação ao plantio, calagem e adubação) e em algumas situações, como por exemplo, culturas perenes e plantio direto é importante levar-se em conta várias profundidades e não apenas a de 20cm.

Fonte: Amostragem de solo para análise, Ribersolo, 2022

PARÂMETRO DE COLETA DE AMOSTRA DE SOLO PARA ANÁLISE DE MICROBIOTA

Serão coletadas amostras em 10 talhões com classificações distintas, para estabelecer uma caracterização homogenia entre as variações de solo existentes.

 

As amostras serão coletadas seguindo os padrões:

Arenoso

  • Camada de palhada

  • Bom perfilhamento

  • Segundo e terceiro corte

 
Argiloso

  • Camada de palhada

  • Bom perfilhamento

  • Segundo e terceiro corte

 
Intermediário

  • Camada de palhada

  • Bom perfilhamento

  • Segundo e terceiro corte

INTERPRETAÇÃO DA ANÁLISE DE SOLO

Através da análise de solo será possível identificar as necessidades e aspectos de cada talhão. Será possível visualizar e estudar opções para trazer o melhor equilíbrio ao solo, dessa maneira buscar tornar o seu potencial produtivo melhor e mais sustentável.

MÉTODO DE INTERPRETAÇÃO

A interpretação da análise de solo será realizada mediante os parâmetros do “Boletim 100”, IAC, 1996. Mesmo método utilizado pelo laboratório onde as analises físico e química serão realizadas.

Fonte: Boletim 100", IAC, 1996

AVALIAÇÃO QUANTITATIVA DA ÁREA

Será realizada avaliações qualitativas do estado inicial das áreas, com 60 dias após aplicação, 120 dias após a aplicação, 240 dias após a aplicação e final, com registros fotográficos, para identificarmos as principais características dos talhões, onde temos falhas significativas e quais estão com boas brotações. Juntamente com o levantamento das características das áreas, será realizado o levantamento de mato competição de cada talhão, identificando os pontos de maiores incidência, seguindo a metodologia utilizada pela usina. E mantermos um histórico da área.

MÉTODO DE AMOSTRAGEM

Recomenda-se medir um total mínimo de cerca de 200 m de linha por talhão (10 ha) dividido em 4 amostras de 50 m, podendo aumentar as repetições para esse total (8 ou 10 amostras de 20 m).

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O Índice de Falhas Proposto é a soma do comprimento total de falhas maiores que 0,5 m em um trecho de linha de cana e dividir pelo comprimento do trecho considerado x 100, tornando extremamente fácil a aplicação no campo.

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Baseando-se nos valores obtidos com o cálculo de % de falhas, conseguimos determinar a calibração geral. E assim determinar a % de perda de produtividade na área causado por falha.

Fonte: Avaliação de Falhas em Cana-de-Açúcar Segundo o Método de Stolf Utilizando Imagens Aéreas de Alta Precisão Obtidas Por Vant., Stolf, Garcia, Neris, Trindade Junior, Reichardt, STAB, 2016

ANÁLISE DO TEOR DE CLOROFILA
(Índice ClorofiLOG - Falker Automação Agrícola, Brasil).

A análise por meio do clorofilometro vem sendo utilizada para a determinação do teor relativo de clorofila, buscando assim prever a necessidade de adubação nitrogenada em várias culturas.

O teor de clorofila na folha é utilizado como parâmetro para prever o nível nutricional de nitrogênio (N) em plantas, devido ao fato de a  quantidade desse pigmento ser correlacionada positivamente com teor de N na planta (Piekielek e Fox, 1992; Smeal e Zhang, 1994; Booij et al., 2000). Essa relação é atribuída, principalmente, ao fato de que 50 a 70 % do N total das folhas ser integrante de enzimas (Chapman e Barreto, 1997) que estão associadas aos cloroplastos (Stocking e Ongun, 1962).

FONTE:  https://drulgroupstz-my.sharepoint.com/:b:/g/personal/amanda_dias_drul_com_br/EQUQu7xadxRNlMcTiVRJIekBcHaGMMA_1lWHgmn5inwsIw?e=qzG6uu

Fonte: Relação da leitura do clorofilômetro com os teoresde clorofila extraível e de nitrogênio na folha de milho1, ARGENTA, SILVA, BORTOLINI, FORSTHOFER, STRIEDER, 2001

As leituras efetuadas pelo medidor portátil de clorofila (clorofilometro) correspondem ao teor relativo de clorofila presente na folha da planta. Os valores são calculados pelo equipamento com base na quantidade de luz transmitida pela folha(Minolta, 1989), o clorofilometro ClorofiLOG (FALKER) que será utilizado nas medições que serão realizadas, realiza as leituras em  três comprimentos de ondas, com diferentes absorbâncias (capacidade de absorver a luz) da clorofila, medindo a clorofila total da planta, através de 3 infravermelhos.

Fonte: Relação da leitura do clorofilômetro com os teoresde clorofila extraível e de nitrogênio na folha de milho1, ARGENTA, SILVA, BORTOLINI, FORSTHOFER, STRIEDER, 2001

MÉTODO DE AMOSTRAGEM

As leituras serão realizadas em campo, sem a necessidade de extrai a folha da planta. Mediremos a clorofila no terço médio de trinta lâminas da folhas +1 da planta de cana-de-açúcar, com o Clorofilomentro (ClorofiLOG - Falker Automação Agrícola, Brasil). Seguindo assim o parâmetro indicado por vários estudos acadêmicos realizados.

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Fonte: a) Sistema Kuijper de numeração de folhas (adaptado de Dillewijn, 1952)

A análise será realizada em dois momentos, aos 60, 120 e 240 dias após a adubação da soqueira.

Fonte: Diagnose do status de nitrogênio em Cana-de-Açúca, Megda, Trivelin, Mariano, Leite, Megda,  2013

ANÁLISE FOLIAR

A folha é o órgão da planta na qual as alterações fisiológicas, em razão de distúrbios nutricionais, tornam-se mais evidentes, por essa razão, quase sempre os diagnósticos nutricionais das plantas são feitos através das folhas, pela técnica que, de forma ampla, denomina-se diagnose foliar.

A diagnose foliar, via análise química, permite a avaliação do estado nutricional, isto é, permite identificar o nível de comprometimento da produtividade, em função da situação nutricional, principalmente em casos extremos.

Fonte: Boletim 100, IAC, 1996  

Ela permite mensurar a qualidade de cada cultura e também serve para auxiliar na análise do solo. Os fatores mais específicos da análise foliar são:

  • Verifica o estado de nutrição e o uso de nutrientes de uma planta;

  • Ajuda a entender o desequilíbrio de carência ou toxicidade dos nutrientes nas plantas;

  • Permite entender a aplicação dos nutrientes perante o solo ou se eles não estão sendo aproveitados pela planta.

Na prática, a análise é realmente muito interessante, já que a partir desses estudos, podemos desenvolver melhorias condicionais para as plantas. Dessa maneira, os técnicos terão mais segurança na aplicação de adubação, correção de fertilização.

Fonte: Análise foliar: o que é e qual a importância?, Eduardo, 2018. Acessado em 04/11/2022.

Fonte: Boletim 100, IAC, 1996  

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MÉTODO DE AMOSTRAGEM

Seguiremos as orientações de amostragem sugeridos pelo laboratório, mesmo que irá realizar as análises. Amostrar 30 plantas durante a fase de maior desenvolvimento vegetativo (a analise será realizada com 120 dias após a adubação), retirando os 20 cm centrais da folha +1 (folha mais alta com colarinho visível, excluída a nervura central).

Fonte: Amostragem de solo para análise, Ribersolo, 2022

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Fonte: a) Sistema Kuijper de numeração de folhas (adaptado de Dillewijn, 1952)

As amostras devem ser enviadas em sacos de papel, evitando que o material demore mais de 48 horas entre a coleta e o processamento no laboratório. Se houver necessidade, as folhas podem ser armazenadas em geladeira por algum tempo até completar a amostragem. Esse tempo, entretanto, não pode ser muito longo, para evitar a deterioração do material.

Fonte: Boletim 100, IAC, 1996  

CONTAGEM DE PERFILHO POR METRO LINEAR

A contagem de perfilhos se dá devido o crescimento poder ser acompanhado a partir da contagem de unidades estruturais morfológicas ou anatômicas (ramificações, folhas, flores, raízes, entrenós ou internódios) que podem fornecer informações sobre a fenologia ou serem usadas para detectar diferenças entre tratamentos.

O Número de Perfilhos Industrializáveis é obtido por meio da contagem dos perfilhos ao longo da linha de cultivo.

Fonte: Análise Quantitativa de Crescimento em Cana-de-açúcar: uma Introdução ao Procedimento Prático, MARAFON, EMBRAPA, 2012

Será realizada a contagem dos perfilhos em todos os talhões que receberam o tratamento BioRhiza seus comparativos, em 3 pontos diferentes e ao acaso no talhão, contando o total de perfilhos de 3 ruas de 10 m lineares cada, em cada ponto.

MÉTODO DE AMOSTRAGEM:

Será considerado bordadura os primeiros 30 m da borda para o centro do talhão. Após o caminhamento de 30 m da bordadura é  escolhido um ponto aleatório onde será feito a amostragem.

Contasse a quantidade de perfilhos existentes em 10 metros lineares em 3 linhas de plantio  no mesmo ponto (uma central e uma de cada lado da linha central), onde também serão cortadas 10 plantas (em sequencia) em cada linha, essas  10 plantas serão pesadas inteiras (peso total das 10 planta), mediremos a altura das 10 plantas com o auxilio de uma fita métrica, realizaremos a medição do diâmetro de cada colmo (medir  aproximadamente na altura de  1/3 da cana próximo a base da planta) com um paquímetro, Contar a quantidade de entrenós de cada planta, retirar a parte da ponteira na cana (parte da planta onde as folhas verdes então inseridas), e pesar novamente os perfilhos despontados. Repetir esse mesmo procedimento em mais 2 pontos, escolhidos aleatoriamente no talhão.

Fonte: Análise Quantitativa de Crescimento em Cana-de-açúcar: uma Introdução ao Procedimento Prático, MARAFON, EMBRAPA, 2012

AVALIAÇÃO POR MEIO DE BIOLOGIA DESTRUTIVA (FINAL DO CICLO)

Antes da colheita será realizada a biometria destrutiva, onde iremos analisar a performance estimada de produtividade de cada talhão e tratamento.  

Os componentes da produtividade da cana-de-açúcar são: diâmetro (cm) e estatura dos colmos (m), número de colmos por área e densidade do colmo (Kg). Utiliza-se dos feixes dez plantas para as análises tecnológicas, sendo assim será realizado as medidas citadas anteriormente em 10 plantas por linha amostrada, sendo avaliada três linhas por ponto amostrados. 

Estes dados serão coletados em plantas colhidas (avaliação destrutiva). Sendo monitorados os seguintes parâmetros:  número de perfilhos industrializáveis por metro linear (NPI m-¹), diâmetro médio dos colmos (DMC), estatura média dos colmos (EMC). 

Fonte: Análise Quantitativa de Crescimento em Cana-de-açúcar: uma Introdução ao Procedimento Prático, MARAFON, EMBRAPA, 2012

MÉTODO DE AMOSTRAGEM:

Será considerado bordadura os primeiros 30 m da borda para o centro do talhão. Após o caminhamento de 30 m da bordadura é  escolhido um ponto aleatório onde será feito a amostragem. 

Contasse a quantidade de perfilhos existentes em 10 metros lineares em 3 linhas de plantio  no mesmo ponto (uma central e uma de cada lado da linha central), onde também serão cortadas 10 plantas (em sequencia) em cada linha, essas  10 plantas serão pesadas inteiras (peso total das 10 planta), mediremos a altura das 10 plantas com o auxilio de uma fita métrica, realizaremos a medição do diâmetro de cada colmo (medir  aproximadamente na altura de  1/3 da cana próximo a base da planta) com um paquímetro, Contar a quantidade de entrenós de cada planta, retirar a parte da ponteira na cana (parte da planta onde as folhas verdes então inseridas), e pesar novamente os perfilhos despontados. Repetir esse mesmo procedimento em mais 2 pontos, escolhidos aleatoriamente no talhão. 

O NPI é obtido por meio da contagem dos perfilhos ao longo da linha de cultivo, iniciada 2 meses após a germinação. O DMC é medido na base dos colmos, com o auxílio de um paquímetro, a EMC por meio da utilização de uma trena, medindo-se da base do colmo até a inserção da folha +1 (primeira folha superior desenvolvida e com a lígula visível). 

Fonte: Análise Quantitativa de Crescimento em Cana-de-açúcar: uma Introdução ao Procedimento Prático, MARAFON, EMBRAPA, 2012

CÁLCULO DA TONELADA DE CANA POR HECTARE ESTIMADA

De  posse  dos  dados  acima  descritos  e,  considerando  a  densidade  do  colmo  igual a um (1), aplica-se a fórmula descrita por Martins e Landell (1995) e citada por  Oliveira  et  al.  (2007;  2011)  para  se  determinar  a  produtividade  estimada  do  canavial  (TCHe),  de  acordo  com  a  expressão:  TCHe  =  D² x  NPI  x  EMC  x  (0,007854/ESP),  em  que  a  TCHe  corresponde  à  produtividade  estimada  em  toneladas de cana por hectare, D ao diâmetro dos colmos (cm), NPI ao número  de perfilhos industrializáveis por metro linear, EMC à estatura média dos colmos (cm),  ESP  ao  espaçamento  entre  sulcos  (m)  e  0,007854  ao  fator  de  correção  apropriado para a cana-de-açúcar. Para determinar a TCHe são considerados os dados médios referentes à uma ou mais avaliações, efetuadas a partir do oitavo mês após o corte ou plantio.

Fonte: Análise Quantitativa de Crescimento em Cana-de-açúcar: uma Introdução ao Procedimento Prático, MARAFON, EMBRAPA, 2012

CONTAGEM DO NÚMERO DE PERFILHO POR METRO LINEAR

A importância da contagem de perfilhos é devido o crescimento poder ser acompanhado a partir da contagem de unidades estruturais morfológicas ou anatômicas (ramificações, folhas, flores, raízes, entrenós ou internódios) que podem fornecer informações sobre a fenologia ou serem usadas para detectar diferenças entre tratamentos.  

O Numero de Perfilhos Industrializaveis é obtido por meio da contagem dos perfilhos ao longo da linha de cultivo, iniciada 2 meses após a germinação. No nosso caso essa avaliação será realizada após dois meses da aplicação do nosso tratamento e seus comparativos padrão da usina. 

Fonte: Cana-de-açúcar: uma Introdução ao Procedimento Prático, MARAFON, EMBRAPA, 2012

Será realizada a contagem dos perfilhos em todos os talhões que receberam o tratamento BioRhiza seus comparativos, em 3 pontos diferentes e ao acaso no talhão, contando o total de perfilhos de 3 ruas de 10 m lineares cada, em cada ponto. 

MÉTODO DE AMOSTRAGEM:

Considera-se bordadura os primeiros 30 m da borda para o centro do talhão. 

É escolhido um ponto aleatório onde será feito a amostragem. 

Contasse a quantidade de perfilhos em 10 metros lineares, em 3 linhas no mesmo ponto (uma central e uma de cada lado da linha central) 

Repetir esse mesmo procedimento em mais 2 pontos, escolhidos aleatoriamente no mesmo talhão ou tratamento. 

FONTE: Análise Quantitativa de Crescimento em Cana-de-açúcar: uma Introdução ao Procedimento Prático, MARAFON, EMBRAPA, 2012; 

 

FONTE: https://drulgroupstz-my.sharepoint.com/:b:/g/personal/amanda_dias_drul_com_br/EX1ue-KoGT5JuTJDuT-BoGoBMRj1dFx465pyFg_WEgJHqg?e=PCOffU 

ANÁLISE DE SOLO E BIOLÓGICA (FINAL DO CICLO)

As análises de solo serão repetidas no final da safra para podermos realizar um comparativo inicial e final correlacionando com a produtividade do talhão

A analise microbiológica será realizado em 10 talhões, escolhidos em pontos diferente, e fazendas diferentes seguindo e mesma relação de área feita nas  amostragens microbiológicas anteriores.

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